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sábado, 4 de maio de 2013

Seminário de Vigilância Sanitária em Dourados-MS



Olá pessoal, 

O Seminário de Vigilância Sanitária acontecerá dia 23 de maio de 2013, quinta-feira, no Auditório da Prefeitura Municipal de Dourados - MS - Centro Administrativo Municipal. Serão disponibilizadas 150 vagas e segue abaixo informações sobre inscrições e a programação.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Oficina: Estudos Epidemiológicos em Situação de Risco com foco em Investigação de Surto das Principais Doenças de Interesse em Saúde Pública

Olá pessoal,

Recebi hoje o seguinte convite da Dra. Gislaine Brandão Voelho, da Secretaria de Estado de Saúde - MS:

Informo que nos dias 28 a 30 de novembro de 2012 a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul promoverá em parceria com o CRMV/MS a oficina "Estudos Epidemiológicos em Situação de Risco com foco em Investigação de Surto das Principais Doenças de Interesse em Saúde Pública" no Eco Hotel do Lago - Campo Grande/MS.

domingo, 16 de setembro de 2012

I Curso de Capacitação para Atuação do Médico Veterinário no NASF


Olá pessoal, para a retomada de atividades do Micro e Epi, segue a chamada para o I Curso de Capacitação para Atuação do Médico Veterinário no NASF.

O Curso será realizado pela Unesp Jaboticabal, em aulas quinzenais.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Comissão Estadual de Saúde Pública Veterinária - CRMV-MS

Um "viva" à Medicina Veterinária Preventiva - Saúde Pública Veterinária!!!

Fiquei muitíssimo feliz em participar da Oficina e, principalmente, em saber que há pessoas interessadas nesta premissa, até então negligenciada e atuamente reemergente dentro da nossa Profissão. Quem trabalha com saúde pública o faz por vocação, amor e respeito ao ser humano e, como diria o Dr. Jair Vicente, "exerce o sacerdócio". Suma do evento: compromisso das Instituições de Ensino em ensinar o tema; promoção da ára de atuação junto à comunidade civil e veterinária; motivação na inserção do Veterinário na saúde pública. Tríade indissociável para qualquer área profissional ser respeitada e estabelecida - e espero colaborar ativamente com isso!

No último dia 30 (março/2012) foi realizada a I Oficina da Comissão Estadual de Saúde Pública Veterinária do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul (CESPV / CRMV-MS) com vistas a discutir, debater e delinear algumas propostas para melhor estruturar essa área de atuação profissional ainda incipiente para a categoria - com foco na nova Portaria (MS) 2488 de 21 de outubro de 2011 que inclui o Médico Veterinário no PNAB / NASF.

O evento foi presidido pela CESPV / Dr. Eduardo Arteiro Marcondes (Vice-Presidente do CRMV-MS) com a participação de representantes docentes e discentes das instituições de ensino superior de Mato Grosso do Sul (UFMS, UCDB,UNIGRAN, Anhanguera-Dourados). Na Oficina foram propostos três eixos de discussão: O papel do médico veterinário na saúde pública frente a nova Portaria (MS) 2488; A importância da qualidade de atuação profissional frente a novos desafios; O perfil da formação de medicina veterinária para a saúde pública.

Este evento foi muito importante, não só por envolver a Academia às ações do CRMV, mas também por propiciar o importante encontro entre representantes das instituições de ensino do Estado e motivar a todos para um mesmo objetivo: ensinar, promover e atuar em saúde pública veterinária.

As discussões geraram uma Carta de Pactuações e já foi divulgado que o CRMV-MS está preparando o I Seminário Estadual de Saúde Pública Veterinária. Vem muita coisa por aí!

Segue abaixo a Carta de Pactuações da I Oficina, para ampla divulgação, discussão e conhecimento.


Além da Carta, outras publicações relacionadas também podem ser acessadas neste link:


Entrega de certificados e foto clássica dos participantes da I Oficina

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Leishmaniose visceral e PL 1738/2011 - vacinação canina compulsória

Prezados!

Convido a todos à "saborosa" leitura do Projeto de Lei n.1738/2011 que tramita na Câmara dos Deputados sobre a vacinação compulsória de cães contra a leishmaniose, proposto pelo deputado e médico Geraldo Resende (PMDB / MS).

O texto pode ser acessado na íntegra (versão .pdf aqui) e o trâmite pode ser acompanhado diretamente na página do Projeto de Lei (aqui).

Recomendo que leia o Projeto e depois prossiga a leitura do post...

Estamos falando de uma zoonose ultra polêmica cujas ações de controle não têm servido de muita coisa.  Tenho muitas perguntas quanto ao PL e seus efeitos. Eu, particularmente, tenho muita "revolta" quanto à leishmaniose visceral, justamente pela falta de respostas e excesso de perguntas. É necessário pensar muito! É uma doença em que muitos agem mas poucos pensam. Ninguém divulga efeitos reais das ações de controle, isso me preocupa muito. Não será hora de trabalhar no bom e velho controle integrado? Cadê a tríade / cadeia epidemiológica, gente?! PENSEM! Chega de só "apagar fogo" nesse país. Na saúde - pública ou não - só se faz apagar incêndios. Precisamos de ações com início, meio e fim, totalmente planejadas, auditadas e avaliadas! Para montar um projeto de pesquisa a pessoa tem que pensar muito, delinear tudo e prever tudo - para que não haja furos. Por quê não usar esse bom modelo para "desenhar" a saúde pública no Brasil? Não me venham com as conversas de "academia é uma coisa, mundo real é outra". PENSAR é imprescindível! E colocar especialistas para brigar sobre tratamento de leishmaniose em cães definitivamente NÃO é a questão. Especialistas devem deliberar e propor planos inteiros e não apagar fogo ou defender pontos específicos. PENSEM! Não dói nada!

As dúvidas - totalmente pessoais:

- Em que pé estão os testes de vacina anti-Leish - já fizeram todas as etapas? Temos os dados completos da eficácia vacinal, efeitos colaterais, validação...???

- QUAL das vacinas será utilizada - melhor, que laboratório ganhará com essa?
- De onde vem a verba para a campanha?
- Será utilizado o protocolo de teste - sorologia - dos animais (claro, dependendo da vacina utilizada)?
- Em que testes podemos mesmo confiar?
- Quanto às reações cruzadas, o que me falam a respeito dos Trypanosoma da vida, tão comuns em várias regiões do Brasil?
- Como será avaliado, a curto, médio e longo prazo, o efeito da vacinação na redução de casos humanos?
- Em cidades sem CCZ, quem / que órgãos serão os responsáveis pela vacinação?
- Em cidades / regiões ainda livres de LV... a vacinação também será compulsória?
- Como garantirão a adesão da população à campanha - considerando que as campanhas contra raiva têm cada vez menor adesão e também, falando em saúde pública em CG, as consequências nefastas do caso de raiva urbana no último mês de agosto?
- Serão integradas outras ações de controle?

O texto trata da "Política Nacional de Vacinação contra a Leishmaniose animal". Senhores!!!!! SENHORES! Por que não a "POLÍTICA NACIONAL DE CONTROLE DA LEISHMANIOSE HUMANA E ANIMAL"????? CONTROLE! Humanos E animais! Ações conjuntas, simples e complexas, para diminuir incidência E prevalência! SÓ VACINAR CACHORRO ainda é apagar fogo. Concordo e entendo que, no controle de leishmaniose, diversas esferas devem trabalhar juntas. Qual é o grande desafio em colocar a Vigilância Ambiental, Vigilância Epidemiológica, Secretaria de Agricultura e (quando houver) CCZs trabalhando juntos por uma saúde pública? Sabe qual o grande desafio? 
P O L Í T I C A.

Ah sim, mais uma dúvida. Como se trata de vacina de uso animal, a "brincadeira" é do MAPA (Min. Agricultura, Pecuária e Abastecimento). E há integração com o MS (Min. da Saúde) onde, mesmo?? 

Sabe o Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral (MS, 2006)? Leia e me fale a respeito de determinação de áreas vulneráveis. E me fale também a respeito se, hipoteticamente, você resolvesse pesquisar LV canina em uma cidade, a priori de ocorrência silenciosa e, ainda hipoteticamente, você envia para diagnóstico sorológico ao principal laboratório de saúde pública daquele estado, voltam resultados de 20 animais positivos e, na recoleta, não sobra sequer UM animal positivo? 1- o que significa casos positivos autóctones em uma área silenciosa?; 2- o que acontece com o município (quanto a VERBA repassada para saúde pública), que sai do status silencioso e passa a ter casos autóctones?; 3- serão todos falso-positivos porque, em área de baixíssima prevalência o valor preditivo do teste é comprometido?; 4- serão todos casos de reação cruzada com qualquer outra doença? 5- eram positivos para LV ou leishmaniose tegumentar?? Por isso reflito no quanto a política interfere nos "resultados" de uma pesquisa e no quanto ainda não temos ferramentas diagnósticas ótimas frente às leishmanioses e diferenciação destas.


Quando se trata de protozoários, o mistério é infinito. Eu ainda DUVIDO de uma vacina eficaz contra protozoários. Espero que eu "morda minha língua" o quanto antes, mas ainda não chegamos nem próximo de vacina realmente protetora contra protozoários. E se a vacina fosse tão über, por quê não desenvolver e disponibilizar para humanos - o foco da saúde pública? Ok, está em desenvolvimento... Mas e do vetor? Ninguém fala  / faz nada? Até Aedes aegypti já tem versão transgênica mutante...

Deixemos esclarecido: sou a favor de vacina, não sou xiita frente a eutanásia e tratamento de cães. Mas somente UMA medida NÃO resolve e NÃO controla a doença! Pensem! Integrem! Afinal, pra que serve a EPIDEMIOLOGIA???

Somebody save me!

Sobre outras publicações do Ministério da Saúde, acesse o site da Editora do MS aqui. 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Aos veterinários!

Em homenagem ao Dia do Veterinário assisti a vários vídeos, li mensagens, vi fotos e tudo o mais. Segue também meu depoimento.

Ainda que sejamos desvalorizados e/ou desunidos, quem se forma e permanece veterinário, o faz por amor. Tenho muito orgulho em fazer o que faço: ajudar a formar veterinários.  Pessoas que entram como meninos - alunos e saem como homens/mulheres-colegas. Muito orgulho de sanar as dúvidas - da matéria, de outras matérias e, às vezes da vida. Orgulhosa em ensinar o pouco que sei e aprender muito com vocês.

Nas passagens por UEM, UFMT e, agora, UFMS, pude compartilhar muitas informações, em diversas áreas, e é isso que torna a Veterinária tão especial: a diversidade. Quando entram, os alunos pensam que tudo se resume a pequenos ou grandes. Quando descobrem que Veterinários podem fazer tudo - e que são os únicos profissionais no mundo que podem decidir verdadeiramente sobre uma vida - é que a mágica acontece.

Aos Veterinários - colegas, aos que ajudei a formar (e inclusive hoje ajudam na minha formação também!), aos que estão na caminhada e aos que estão por vir, PARABÉNS!

Guga, meu 'Golden', desejando parabéns a todos nós!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Campanha nacional de vacinação contra a raiva canina e felina

Notícia de Carolina Pimentel, veiculada no caderno Ciência e Tecnologia do Jornal do Brasil de 01/09/2011 (íntegra aqui).

Ministério importa 10 milhões de doses de vacina contra raiva para cães e gatos

O Ministério da Saúde importou 10 milhões de doses para vacinar cães e gatos contra a raiva. A compra emergencial foi feita para não atrasar a imunização dos animais nos estados com risco de registro da doença. De acordo com o Ministério, a pasta requisitou novos testes da vacina produzida pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), responsável por fornecer 32 milhões de doses. As análises foram solicitadas para evitar mortes e reações adversas nos animais como em 2010, quando foram notificados 637 casos. Do total, 41,6% foram mortes ou alergias graves, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na época, a vacina era fabricada pelo laboratório Bio-Vet, proibida de ser usada na campanha deste ano. 

Com os novos testes, o Tecpar atrasou o fornecimento das doses, que deveriam ter sido entregues às secretarias estaduais de Saúde a partir de maio.

O Ministério definiu estados com preferência para receber a vacina importada. Os primeiros foram o Ceará e o Maranhão, que registraram casos de raiva humana no ano passado e em 2011, respectivamente. Os demais são Pernambuco, o Pará, o Piauí, o Rio Grande do Norte, a Paraíba, a Bahia, Alagoas, Sergipe e Mato Grosso do Sul, por terem notificado casos de raiva canina nos últimos três anos.

Rio Grande do Sul e Santa Catarina são os únicos estados que ficam de fora da vacinação, pois não registram a circulação do vírus da raiva.

 

Mais sobre Raiva:

No blog: clique em Raiva

World Rabies Day: http://www.worldrabiesday.org/pt/home.html
Raiva Online: http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/online/online.htm

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Surto de raiva em CG (III)

Soube por fontes externas que a variante viral envolvida no surto foi a de morcego - Desmodus rotundus.
Considere que este morcego é hematófago, normalmente é responsável pela raiva em herbívoros e o habitat dele não é a área urbana... Isto significa que o morcego está vindo para a cidade e o risco de um surto de maior intensidade é iminente.
Solução para o problema: Vigilância!!!!!!! E muita, mas muita educação.


Leia mais sobre Raiva no Blog: Raiva

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

MAPA: aberta consulta pública para definir produtos veterinários

[Do Portal CFMV/CRMVs e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento]

O MAPA abriu consulta pública (Portaria N° 137 de 25 de julho de 2011), por 60 dias, para receber sugestões ao projeto de Instrução Normativa que aprova as medidas destinadas a identificar, relatar e monitorar os eventos adversos de produtos de uso veterinário registrados no órgão. 

A regra vai regulamentar o acompanhamento dos medicamentos, vacinas e aditivos usados nos animais. A legislação vai aumentar o controle sobre o uso de medicamentos e orientar usuários para o encaminhamento de notificações. Outra função será definir critérios e modelos de formulários para as notificações sobre alterações, durante ou após o uso dos produtos, para permitir uma investigação adequada desses casos. 

A norma também estabelecerá os procedimentos que serão adotados pelo Ministério após o recebimento das notificações. Definirá, ainda, as responsabilidades legais dos estabelecimentos detentores de registro, como a obrigação de realizar investigações completas em casos de eventos adversos e a necessidade de dispor de um serviço de farmacovigilância veterinária.


Durante o prazo estipulado, o projeto de IN estará disponível no site do Ministério da Agricultura (www.agricultura.gov.br). As sugestões deverão ser encaminhadas à Coordenação de Fiscalização de Produtos Veterinários, pelo e-mail produtosveterinarios@agricultura.gov.br, ou para o endereço Esplanada dos Ministérios, Anexo A, 4º andar, sala 447, CEP: 70.043-900, Brasília (DF).

Participem!!!!

domingo, 6 de setembro de 2009

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

1º UFMVET




Excelente iniciativa dos alunos do 4º Período de Veterinária, o 1º Encontro do Dia do Médico Veterinário da UFMT- Sinop é uma maneira de lembrar nosso dia, divulgar nosso curso e ainda reunir a classe. O Evento será realizado no dia 09 de setembro a partir das 7h30 e contará com duas palestras:
*Ensino da MV no Brasil (Rafael Gianella Mondadori/Comissão de Ensino de MV-CFMV);
*Atuação do MV na área comercial (Érico Reis Rosa/Vetnil).

Os interessados em participar das palestras podem inscrever-se com qualquer dos alunos na sala 13 da UFMT.

E Feliz dia do Médico Veterinário!!!