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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Surto de febre aftosa no Paraguai - confirmado

Fontes em 19/09/2011: 
MSRecord: Confirmado foco de aftosa no Paraguai e MS bloqueia fronteira: Após um mês de suspeita, foco foi confirmado no último fim de semana (Juliene Katayama); 
Terra Economia - Reuters Online: Paraguai detecta foco de aftosa e suspende exportação de carne; 
Globo Economia - Valor Online: Paraguai confrma caso de febre aftosa na região central (Tarso Veloso)
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O surto de aftosa foi confirmado em San Pedro, região central do Paraguai, a aproximadamente 150Km da fronteira com o Brasil.  A propriedade-foco, com 800 animais, foi avaliada pelo Senacsa (Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal do Paraguai) e 13 animais tinham a doença. A partir do foco, a OIE já foi notificada e foram suspensas todas as movimentaçãoes de animais para o Brasil, as exportações de carne e o status de zona livre de aftosa. Todos os animais serão abatidos. Muito trabalho a ser feito pelo pessoal da Zona de Alta Vigilância!!!! Não quero dar aula prática de Febre Aftosa, heim!!!!!!

Mapa editado de Paraguay.com. Por isso, Brazil com "z".

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Febre Aftosa: mais um estado livre!

Do G1.com - 04/07/2011 18h45 - Atualizado em 04/07/2011 20h54

Espírito Santo está livre da febre aftosa, diz Idaf

Estudo foi divulgado nesta segunda-feira (4).
Ações são exigências da União Europeia para importação da carne.

O Espírito Santo está livre da febre aftosa neste momento. Um estudo realizado pelo Instituto de Agropecuária e Florestal (Idaf), finalizado nesta segunda-feira (4), comprovou a ausência do vírus no estado. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que todos os resultados deram negativo, o que mantém o status capixaba de zona livre da febre com vacinação. As ações são exigências da União Europeia para a importação da carne brasileira.

Inquéritos
Segundo o Governo do Estado, o diretor do instituto, Fabiano Fiúza Rangel explica que foram duas as frentes de atuação. A primeira consistiu em avaliar a eficiência da vacinação, o que possibilitou estimar o percentual de cobertura imunitária alcançado pelas duas campanhas anuais. Este trabalho contemplou 34 propriedades e um total de 198 bovinos. O outro estudo teve o objetivo de comprovar a ausência da circulação do vírus causador da enfermidade. Foram coletadas amostras de 1548 animais, em 18 municípios, envolvendo 54 propriedades escolhidas pelo Mapa. As amostras foram submetidas a exames nos Laboratórios Nacionais Agropecuários de Minas Gerais e Pernambuco.

Rangel ressalta que estas ações só foram possíveis devido à colaboração dos pecuaristas, que receberam os técnicos do Idaf em suas propriedades e permitiram a coleta de sangue dos animais. “É importante destacar que os bovinos nos quais foram feitos exames não puderam transitar até o resultado dos mesmos. Por isso, o apoio dos produtores rurais foi fundamental no processo. Eles compreenderam que a comprovação da ausência do vírus reverte-se em benefícios para eles próprios, pois fortalece o circuito pecuário e amplia as possibilidades de mercados” disse.

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Do Mapa - 04/07/2011 17:20 Proteção: Auditorias avaliam controle da febre aftosa no Nordeste e Norte

Saiba mais
O Ministério da Agricultura reconhece como de risco médio de febre aftosa os seguintes estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco encontram-se Roraima, Amapá e as demais áreas do Estado do Amazonas.

Hoje, 15 unidades da federação são reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês) como livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas.

O rebanho brasileiro conta com 208,4 milhões de animais. A imunização é praticada em todos os estados e no Distrito Federal, com exceção de Santa Catarina, considerado livre da enfermidade sem vacinação, desde 2007, pela OIE.

Em 2010, o índice de cobertura vacinal dos animais brasileiros foi de 97,4%, o que representa a aplicação de 324,2 milhões de doses de vacinas em bovinos e búfalos.

Leia também do MAPA - 27/05/2011 10:30 Sanidade: OIE declara zonas de proteção livres de aftosa com vacinação - Rebanhos localizados na Bahia, Tocantins e Rondônia conquistam reconhecimento internacional com a medida. 


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Aftosa: Extinção da zona tampão da Bahia é reconhecida pela OIE

Do site do CFMV

A extinção da Zona Tampão da Bahia, já reconhecida em todo o território nacional, acaba agora de ser reconhecida internacionalmente. A Comissão Científica da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) aprovou relatório da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), encaminhado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sobre a extinção da Zona Tampão e criação da Zona de Proteção no Estado. Com isso, a Bahia passa a ser mundialmente reconhecida como zona livre de aftosa com vacinação, colocando toda a pecuária baiana no mesmo status sanitário, e sem restrições quanto ao comércio e trânsito de animais.

O reconhecimento definitivo da criação da Zona de Proteção deve ocorrer em maio deste ano [2011], após a realização da Plenária Anual da OIE, organizada para discutir os assuntos relacionados à sanidade animal em todo o mundo. "Este é mais um momento para comemorar por se tratar de mais uma etapa conquistada pelo Governo do Estado que tem o objetivo maior de tornar a Bahia livre de aftosa sem vacinação até 2014", ressaltou o secretário de Agricultura do Estado, engenheiro agrônomo Eduardo Salles. "Agora projeta-se um fortalecimento do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa e um novo cenário para a pecuária nacional, tornando-a mais igualitária, competitiva e com possibilidades reais de inclusão social", salientou.

A zona tampão foi oficialmente extinta na Bahia após a publicação da Instrução Normativa nº 45 do Diário Oficial da União (DOU), de 28 de dezembro pelo MAPA. A partir dela, cerca de 10 mil criadores, com um rebanho de aproximadamente 255 mil cabeças, passaram a integrar a comercialização e o trânsito de animais em todo o Estado.
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Fonte: SEAGRI/ Agrosoft